sábado, 5 de julho de 2008

A uns dias assisti O Melhor Jogo da História, um filme da Disney dirigido por Bill Paxton. Nunca tinha ouvido falar, vi por acaso nos trailers de um outro filme que aluguei, achei interessante e resolvi assitir sem expectativas, já que torço o nariz pros filmes da Disney pois acho quase todos bem 'Sessão da Tarde', mas esse é exceção, me surpreendeu, muito bacana e sem pretensão apesar da grandiloquência dos estúdios.
O filme conta a história real de parte da vida de um jogador de golf amador interpretado por Shia LaBeouf — pra quem não lembra, ele é o ator principal de Transformers e participa do novo Indiana Jones, mas nesse filme está mais novo, já que foi lançado em 2005. O golf é o pano de fundo da trajetória inacreditável do cara, tem todos os chavões e apelos clássicos dos filmes Disney mas Bill Paxton contornou isso com uma boa direção e acertou na mão; não tem atores batidos, os cenários frios da inglaterra do início do século passado deram ótimas tomadas, a trilha sonora instrumental ficou bem legal e foi feita sob medida pra extrair o máximo de emoções do espectador, e consegue, apesar de ser uma história previsível possui surpresas, pequenos clímax e sutilezas mostrados com grande sensibilidade, graças à ótima atuação do excelente elenco escolhido, tem cenas que pra quem se emociona fácil é bom deixar o balde por perto. Outra coisa que gostei foram os efeitos digitais usados pra tornar o golf um jogo menos chato e algumas metáforas visuais bem sacadas, juntando tudo, o resultado final ficou bem bom, o filme me prendeu do início ao fim, além do que, tem um garotinho que entra em cena no meio da história que já vale as duas horas em frente à tv. Recomendo. Em tela grande, no escuro, com som alto, pipoca e refrigerante.

7 comentários:

Liliane disse...

fiquei curiosa, vou procurar o filme para assistir com certeza. Beijo

Cristiano disse...

depois diz o que achou.
incrível como as dublagens conseguem acabar com os filmes,eu assiti legendado mas vi uma trecho com dublagem só pra sacar e perde bastante a graça.
bj

Anônimo disse...

Por falar em Disney, leia-se filmes infantis(no sentido de leve, sem censura), fui ao cinema conferir a última graciosidade da Pixar, no caso o extremamente sensível "Wall E". Após ler uma crítica e alguns comentários acerca do mesmo confesso que também fiquei encantado, de longe a melhor animação que já vi e olha que não foram poucas. Muito bem feito! Bonito e sensível como poucos além de ser acima da média. É mais profundo, inteligente, definitivamente não é algo bobo e meramente comercial e diria mais, não foi feito visando um púlblico infantil. + do quê recomendado. De antemão merece o Oscar na sua próxima edição. Sensibilidade é o termo que define "Wall E" alías, gostaria de saber o quê significa essa sigla que têm haver com a função desempenhada pelo robozinho tão encantador. Definitivamente a Pixar está de parabéns, é realmente apaixonada pelo que faz.

B. Matos disse...

Wall-E é o melhor exemplo a ser usado por aqueles que dizem que já não se faz o MENOR sentido que adultos continuem levando seus filhos pequenos para ver animações. Fico imaginando a cara de tédio de um guri de 5 anos na primeira metade do filme...

1. A letra E designa o termo 'eletrônico' em Wall-E. Assim como é usado em várias expressões em Inglês, como e-mail, e-business, e-commerce (como o personagem é um robô, nada mais adequado)
2. O nome soa como "Wally". Trocadilho com um nome mais tradicional e engraçadinho.
3. O robô constrói pilhas, muros de lixo. Wall = muro/parede.

Por fim, não acho que a Wall-Mart esteja faturando alguma coisa com o filme.

B. Matos disse...

Meu outro comentário é: depois de Indiana Jones, me recuso a assistir qualquer filme com esse tal de Shia LaBeouf. Indiana não merecia ter um filho tão idiota...e tão péssimo ator.

P.S: Também, com esse nome ridículo, eu queria mais o quê???

Cristiano disse...

Eu me amarro nas animações da Pixar, são as melhores, verei wall-e e Shia LaBeouf tem um nome bem estranho mesmo, e no geral é bem inexpresivo mas nesse filme do post ele se encaixou no papel, meio como Keanu Reeves, que é sem sal acaba fazendo bem o papel dele mesmo.

Cristiano disse...

assiti Wall-e. muito bacana! a Pizar não decepciona mesmo. A estória é bem maneira e a forma como os efeitos humanizaram o robôzinho ficou bem legal.